Transportes

  • Autor(es):
    João Rodrigues
    Título: Ferrovias, Mercado e Políticas Públicas

    Retomada dos investimentos no setor e o resgate dos trechos ociosos da malha ferroviária nos moldes das shortlines norteamericanas.

  • Autor(es):
    João Rodrigues
    Título: Desverticalização no setor ferroviário: Um estudo das experiências australiana e europeia

    Desde a década de 1980, a necessidade de desregulamentação do mercado ferroviário é um tema pertinente em discussões acadêmicas e na formulação de políticas públicas para o setor, e há uma ampla discussão sobre qual seria a melhor forma de se promover a competição: por meio da integração vertical entre as atividades de construção e manutenção de infraestrutura, ou através da separação das mesmas. Entretanto, a maioria das pesquisas sobre o assunto falha em apresentar resultados conclusivos, devido ao uso de uma metodologia adequada e à insuficiência de evidências empíricas. Por isso, esse artigo foi desenvolvido com o intuito de aprofundar a discussão sobre a questão da organização industrial no mercado ferroviário e evidenciar a necessidade do uso de metodologias mais adequadas em pesquisas ferroviárias.

  • Autor(es):
    João Rodrigues
    Título: Shortlines no Brasil: O primeiro passo da abertura de mercado

    Com a desestatização das ferrovias brasileiras na década de 1990, o sistema ferroviário brasileiro presenciou grandes investimentos em material rodante, revitalização de via permanente e outros equipamentos que propiciaram significativas melhorias operacionais; porém houve pouco êxito no referente à expansão da malha ferroviária, bem como na alteração da dinâmica operacional no setor. A maioria dos investimentos se concentrou nos grandes corredores de exportação, o que resultou em uma forte especialização do modal ferroviário brasileiro no segmento de transporte de cargas conhecido como Heavy Haul, mas manteve a dinâmica do setor em ilhas ferroviárias com baixa integração entre si e deixou diversas indústrias e cadeias logísticas à margem do processo de desenvolvimento promovido pelas ferrovias. Ainda, em decorrência de diversas falhas no processo de concessão da malha ferroviária – como a ausência de especificações sobre – diversos ramais deficitários ou considerados pouco lucrativos pelas concessionárias foram deixados de lado pelas concessionárias, e cerca de 60% da malha ferroviária brasileira se encontra sub-utilizada ou completamente desativada (Durço, 2015; Lanza, 2018).

  • Autor(es):
    João Rodrigues
    Título: Análise do projeto de lei nº261/2018 e os rumos da abertura de mercado nas ferrovias brasileiras

    Apesar dos notórios avanços promovidos no sistema ferroviário brasileiro durante a primeira década após a privatização da RFFSA, a reforma realizada na década de 1990 não logrou êxito na expansão da malha ferroviária e tampouco na ampliação de serviços e redução de preços para os clientes das ferrovias; cenário agravado pelas políticas de crédito barato para incentivo ao modal rodoviário. Visando destravar a deficiência de infraestrutura ferroviária no País, o PLS261/2018 contempla uma alteração no enquadramento constitucional das atividades de transporte ferroviário e uma ampliação do uso do mecanismo de autorizações já previsto na Constituição, mas pouco utilizado em decorrência da ampla maioria das ferrovias no País ser enquadrada na categoria de “serviço público”. Portanto, serão discutidas neste artigo as modificações regulatórias propostas pelo projeto de lei, as perspectivas do mercado ferroviário brasileiro caso o mesmo seja aprovado, e apresentadas algumas observações sobre potenciais discussões futuras que possam complementar a reforma ferroviária

  • Autor(es):
    Alessandro S. Silva, Luis Paulo S. Barreto e Reginaldo Catarino Ferreira
    Título: Análise de Risco no Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil

    O roubo de cargas, na operação de transporte rodoviário, é um fenômeno que tem abalado negativamente a performance das cadeias de suprimentos no Brasil.